Estava eu exactamente a lamuriar-me uma vez mais à minha amiga, quando ele se aproximou dos nossos lugares onde estávamos sentados. Debruçou-se sobre mim e disse-me ao ouvido:
- Chega aqui comigo –
- Estás a ver Carla, o quê que este tipo quer mais – dirigi estas palavras à nossa amiga enquanto me levantava obedecendo às ordens do meu mais recente amante.
Era muito mais novo do que eu, jovem de cabelos castanhos e compridas patilhas com um corpo robusto e agradavelmente dotado. Conhecera-o ali naquela mesma discoteca há cerca de uma semana antes. Logo à nossa primeira troca de olhares, da forma como ele me observou e, pelos meus trejeitos como reagi à sua tentativa de sedução, ficou imediatamente ali demonstrado qual o desejo de cada um de nós. Comermo-nos nem que fosse por uma só vez. Não tardou para que ainda nessa noite estivéssemos os dois na cama do meu quarto. Foi tão excepcional que a partir daí explodiu em nós um tesão tão permanente, quase insuportável, durante todos os dias e todas as noites ao longo dos últimos dias. Nunca eu conhecera um tipo tão insaciável como aquele tipo apesar dos muitos amantes que eu conhecera antes ao longo dos tempos.
Por essa razão, não me espantara nada, quando ele agora me convidava a acompanhá-lo, independentemente das condições do ambiente onde estávamos para o fazer, quisesse foder uma vez mais e poucas horas depois de termos estado toda a tarde naquilo e que, até começara logo pela manhã desse dia já depois de uma noite também bastante agitada de sexo. Os dias e as noites que passamos juntos depois de nos conhecermos, resumiram-se a pouco mais do que isto. O meu físico e, muito particularmente o meu ânus, estavam já a ficar um pouco debilitados de tanta acção.
A minha amiga não conseguia entender como eu aguentava assim tanto. Não apenas pelas minhas discrições que lhe fazia em relação aos momentos íntimos que eu mantinha com este amante mas, sobretudo quando me queixava do meu cuzinho, apesar de satisfeito, muito sentido e dorido pois mal tinha tempo para descansar a seguir a mais tantas investidas daquele forte caralho. Ela apercebera-se também pelos ruídos e gemidos incontidos que ouvia em qualquer parte da minha casa a partir do meu quarto quer fosse de dia ou à noite. Já tínhamos combinado há bastante tempo que naquela data ela estaria de férias em minha casa, tal como acontecera noutras. Apesar de ter dois quartos, a minha casa só tem a porta da rua. É arquitectada sem portas interiores e apenas com cortinas penduradas a esconder o interior dos compartimentos mais íntimos como nos quartos e casas de banho. Sobretudo à noite, como o quarto dela era ao lado do meu, perante tais circunstâncias, todos os nossos movimentos ali perto eram bastante audíveis. Apesar disso, a nossa longa e velha amizade permitia-nos estar à vontade sem grandes constrangimentos. Comigo, logo desde o princípio e, pouco tempo depois com o meu amante que se foi habituando e compreendendo a situação. Esta minha amiga era desde há muito a minha confidente a quem eu tudo contava acerca da minha vida sexual. Fazia-lhe a discrição de praticamente quase tudo falando-lhe das performances de todos os meus amantes, alguns deles também que ela tivera oportunidade de conhecer quando me visitava em alguns fins-de-semana ou de férias. A maioria deles nunca os tinha visto mas, nem por isso ela deixara de saber um pouco da sua história. Tínhamos muito gozo em conversarmos sobre estas coisas. Falava-lhe mais dos meus homens do que ela dos dela. Em relação a meu mais recente amante ela ficara surpreendida por tanta fogosidade da nossa parte e como era possível eu aguentar tanto. Perante as queixas de debilidade da minha parte após algumas sessões de sexo, muitas vezes ela me chegou a aconselhar:
- Porque não descansas pelo menos um ou dois dias, recusa-te de vez em quando, ele vai certamente compreender. Diz-lhe que estás aflito. Contenham um pouco os vossos desejos senão acabam mesmo por “rebentar”. – Era um bom conselho dada a intensidade sexual mas segui-lo, nunca o tinha conseguido fazer. Às vezes bastava a troca dos nossos olhares para logo a chama se incendiar e colar os nossos corpos um no outro até eu soltar alto o primeiro gemido na sua primeira investida. Eram cada vez mais loucas as suas penetrações fruto da sensibilidade a que o meu cuzinho já dorido se sujeitava. O prazer provocado fazia-me esquecer os conselhos dados e reflectidos. Só depois voltavam as minhas lamentações de tanta intensidade. Muitas das vezes dizia-me a minha amiga depois:
- Não és capaz de ter juízo. Acho que adoras viver nesse estado. Só te costumas queixar depois de muito gozares.
Tal como me tinha pedido, segui o meu amante sem saber para onde me levava. Passámos entre gente que dançava na pista, à frente do bar e pelo corredor que dava acesso aos lavabos. Antes de entrarmos deu as suas indicações.
- Logo que nós entremos, diriges-te para uma das retretes, trancas-te lá dentro e depois só abres a porta quando eu der três toques com o nó dos dedos. – Não disse mais nada e avançámos.
Lá dentro estava apenas um indivíduo em pé junto a um urinol. Havia duas retretes lado a lado e entrei na do lado esquerdo. O meu amante fez menção de disfarçar e dirigiu-se para um dos mictórios. Enquanto me mantinha em pé na retrete à espera do desenvolvimento da história, ouvi pouco tempo depois a água a correr do lavatório, de seguida o secador eléctrico das mãos e pouco tempo depois a porta dos lavabos a abrir e a fechar de novo. Calculei que fosse o tipo que ali tínhamos encontrado quando entrámos. Uns passos calmos avançaram na direcção da minha retrete, pararam junto da porta e fez-se escutar o sinal dos toques combinados. O meu amante entrou para junto de mim e voltou a trancar a porta. Colocou as mãos sobre os meus ombros fazendo um esforço mínimo para eu perceber que ele pretendia que me sentasse sobre o tampo da sanita. Como sempre eu obedecia a todas as suas indicações. Baixou um pouco as suas calças, pegou no seu pénis, apontou-o à minha boca e disse-me baixinho:
- Vá, chupa aí um bocado. – Molhei-o de imediato.
Não demorou muito até que ele estivesse já no máximo da sua pujança até porque, quando baixou as calças, o seu caralho apresentava umas dimensões muito razoáveis. Parecia que ele antes já o tinha começado a preparar para o que aí vinha. Não permitiu que o broche se alongasse por muito mais tempo. Surpreendeu-me porque cheguei a pensar que aquilo que ele pretendia não passaria mesmo de um broche completo no interior daquela retrete. Mandou-me levantar e pediu-me para que eu também baixasse as minhas calças e me virasse de costas para ele. Enquanto tal sussurrei-lhe:
- Queres fazer isso aqui, querido? Daqui a pouco já estamos em casa e mais à vontade. Vamos voltar lá para dentro para o pé da Carla.
Foi a mesma coisa que falar para as paredes. Molhou com a sua própria saliva o caralho apontado às minhas nádegas que foram ligeiramente abertas pelas suas mãos. De imediato iniciou a penetração sem compaixão por uma dor que eu pudesse vir a sentir. Trinquei o meu próprio braço para não gemer alto e evitar assim que, os indivíduos que entretanto foram entrando nos lavabos e até para a própria retrete ao lado, não pudessem ouvir. Apesar das suas constantes investidas ambos conseguimos manter um silêncio total interrompido só às vezes pelo som do esfregar das solas no chão quer dos sapatos dele ou dos meus conforme alguns movimentos mais bruscos daquela foda. Percebi a determinada altura pela sua respiração mais intensa e ofegante que ele não iria conseguir conter o seu orgasmo. De repente retirou totalmente o caralho e fez-me sentir nas bordas do cuzinho o líquido quente que derramava das suas entranhas. O despejar da sua segunda carga foi agora feito dentro de mim. A terceira de novo nas bordas. Ele divertia-se assim. Eu gozava loucamente. O momento parecia não ter fim. O seu orgasmo foi longo como eu nunca sentira antes com ele. O seu esperma era todo espalhado por todas as zonas do meu cuzinho. Foram vezes sem conta àquelas em que pensei tudo ter terminado quando afinal voltava a sentir mais uma introdução lenta da sua parte molhando-me ainda mais. A tesão não me deixou conter as palavras que lhe disse:
- Tanto querido? Pára.
Quando finalmente ele já não teve forças para mais, virei-me de frente e beijamo-nos longamente na boca.
- E agora? Como fazemos? – Perguntei-lhe enquanto puxava as minhas calças para cima e me recompunha.
- É melhor eu sair primeiro. – Desta vez sugeri eu.
Verifiquei que não havia grande movimento no resto dos lavabos, abri a porta da retrete e fui directo ao lavatório lavar as mãos. Entretanto, o meu amante continuava fechado na retrete.
Despachei-me primeiro e fui de imediato ter com a minha amiga Carla. Só me apercebi quando já caminhava na discoteca que não tive o cuidado de limpar pelo menos com papel higiénico o meu rego completamente encharcado pelo leite espalhado do meu amante. Sentia-o escorrer por entre as nádegas invadindo-me inclusive as partes interiores das minhas coxas. Contudo a situação não me incomodava e até mantinha a minha excitação conforme caminhava muito leve e feliz por entre as pessoas.
Sentei-me ao pé da Carla tendo o cuidado de fazer assentar as nádegas quase de lado, de tal forma que a levou logo a pensar que eu trazia o cuzinho mais sentido do que momentos antes de quando saí de ao pé de si seguindo o meu amante.
- Aposto que acabaste de ser comido agora mais uma vez? – Exclamou a Carla.
- Claro, é como vês, este tipo não me dá descanso. Foi mesmo ali em pé no WC e venho todo molhado com a sua esporra. – Confessei logo tudo sem constrangimentos.
Reparei neste entretanto que ele já estava junto do balcão do bar a pedir uma cerveja. Enquanto esperou que fosse atendido, fez-me sinal para eu consultar o meu telemóvel. Fui verificar e deparei-me com uma mensagem enviada por ele segundos antes e que dizia “Logo em casa não te laves. Quero comer-te assim como estás antes de adormecermos. Acordarás amanhã ainda completamente molhado.”
Geralmente as suas “ameaças” concretizavam-se. Esta foi mais uma delas. Dito e feito, em casa voltou a insistir no mesmo e só se pôs a dormir depois de me esporrar de novo com uma foda dada à "canzana" na minha cama.
Sem que ele reparasse e, antes que viesse ter connosco, mostrei a mensagem à minha amiga que exclamou logo que a leu:
- Vocês andam com uma tesão enorme. Aproveitem enquanto dura.
- Oh querida – disse-lhe – Só que eu já não aguento tanto no meu cuzinho.
- Aguentas sim – desprezou ela as minhas queixas. – Daqui a pouco já te estou a ouvir gemer de prazer outra vez quando chegarmos a casa. – Acrescentou.
A Carla não falhou nas suas previsões. Pouco tempo depois estávamos em casa vivendo o mesmo que nas noites anteriores. Eu não conseguia mesmo resistir às tentações daquele homem que eu queria por muito tempo. Um homem verdadeiramente insaciável.
Na manhã seguinte pude finalmente, com um duche longo e agradável, libertar-me do cheiro intenso a sexo e, da pele bastante pegajosa sobretudo entre nádegas, coxas, cara e peito.
Saímos os três para almoçar fora em local agradável, junto ao mar e acerca de quinhentos metros de minha casa o que nos proporcionava dispensar o automóvel. Como a temperatura era amena e o sol mostrava-se sem magoar, fomos de seguida para uma esplanada também ali perto e ainda mais junto às ondas calmas. Prosseguimos com as nossas conversas variadas e bem dispostas. Ficamos por ali a falar durante muito tempo. Também às vezes espaçadamente com silêncios de conjunto, com cada um de nós entregue aos seus pensamentos denotando em todos e, ao mesmo tempo, uma tranquilidade bem-vinda.
Sem que nada o fizesse prever, depois de uns dos tais momentos em que só eram escutados vozes de longe e os sons do mar, a Carla surpreendeu-nos com a sua saída:
- Não tenho nada a ver com o assunto, admiro-vos muito, acho que andam cheios de tusa um do outro, mas permitam-me dizer-vos uma coisa, até porque temos muita confiança entre nós, vocês não andam a exagerar de tanto sexo? Eu sei que parece que nunca é demais mas, no vosso caso, parece-me que ultrapassam os limites. Ou estarei enganada? Pergunto.
Penso que aquela pergunta da nossa amiga tinha a propósito de, perante as minhas queixas físicas que às vezes lhe confessara, avisar sobretudo o meu amante para tanta intensidade sexual que já me quebrara. Dado que eu não era capaz de recusar qualquer uma das solicitações sexuais, a Carla, procurando salvaguardar-me, estrategicamente perante a questão posta desta forma, achava que assim o alertava para a situação e me ajudava.
- Chega aqui comigo –
- Estás a ver Carla, o quê que este tipo quer mais – dirigi estas palavras à nossa amiga enquanto me levantava obedecendo às ordens do meu mais recente amante.
Era muito mais novo do que eu, jovem de cabelos castanhos e compridas patilhas com um corpo robusto e agradavelmente dotado. Conhecera-o ali naquela mesma discoteca há cerca de uma semana antes. Logo à nossa primeira troca de olhares, da forma como ele me observou e, pelos meus trejeitos como reagi à sua tentativa de sedução, ficou imediatamente ali demonstrado qual o desejo de cada um de nós. Comermo-nos nem que fosse por uma só vez. Não tardou para que ainda nessa noite estivéssemos os dois na cama do meu quarto. Foi tão excepcional que a partir daí explodiu em nós um tesão tão permanente, quase insuportável, durante todos os dias e todas as noites ao longo dos últimos dias. Nunca eu conhecera um tipo tão insaciável como aquele tipo apesar dos muitos amantes que eu conhecera antes ao longo dos tempos.
Por essa razão, não me espantara nada, quando ele agora me convidava a acompanhá-lo, independentemente das condições do ambiente onde estávamos para o fazer, quisesse foder uma vez mais e poucas horas depois de termos estado toda a tarde naquilo e que, até começara logo pela manhã desse dia já depois de uma noite também bastante agitada de sexo. Os dias e as noites que passamos juntos depois de nos conhecermos, resumiram-se a pouco mais do que isto. O meu físico e, muito particularmente o meu ânus, estavam já a ficar um pouco debilitados de tanta acção.
A minha amiga não conseguia entender como eu aguentava assim tanto. Não apenas pelas minhas discrições que lhe fazia em relação aos momentos íntimos que eu mantinha com este amante mas, sobretudo quando me queixava do meu cuzinho, apesar de satisfeito, muito sentido e dorido pois mal tinha tempo para descansar a seguir a mais tantas investidas daquele forte caralho. Ela apercebera-se também pelos ruídos e gemidos incontidos que ouvia em qualquer parte da minha casa a partir do meu quarto quer fosse de dia ou à noite. Já tínhamos combinado há bastante tempo que naquela data ela estaria de férias em minha casa, tal como acontecera noutras. Apesar de ter dois quartos, a minha casa só tem a porta da rua. É arquitectada sem portas interiores e apenas com cortinas penduradas a esconder o interior dos compartimentos mais íntimos como nos quartos e casas de banho. Sobretudo à noite, como o quarto dela era ao lado do meu, perante tais circunstâncias, todos os nossos movimentos ali perto eram bastante audíveis. Apesar disso, a nossa longa e velha amizade permitia-nos estar à vontade sem grandes constrangimentos. Comigo, logo desde o princípio e, pouco tempo depois com o meu amante que se foi habituando e compreendendo a situação. Esta minha amiga era desde há muito a minha confidente a quem eu tudo contava acerca da minha vida sexual. Fazia-lhe a discrição de praticamente quase tudo falando-lhe das performances de todos os meus amantes, alguns deles também que ela tivera oportunidade de conhecer quando me visitava em alguns fins-de-semana ou de férias. A maioria deles nunca os tinha visto mas, nem por isso ela deixara de saber um pouco da sua história. Tínhamos muito gozo em conversarmos sobre estas coisas. Falava-lhe mais dos meus homens do que ela dos dela. Em relação a meu mais recente amante ela ficara surpreendida por tanta fogosidade da nossa parte e como era possível eu aguentar tanto. Perante as queixas de debilidade da minha parte após algumas sessões de sexo, muitas vezes ela me chegou a aconselhar:
- Porque não descansas pelo menos um ou dois dias, recusa-te de vez em quando, ele vai certamente compreender. Diz-lhe que estás aflito. Contenham um pouco os vossos desejos senão acabam mesmo por “rebentar”. – Era um bom conselho dada a intensidade sexual mas segui-lo, nunca o tinha conseguido fazer. Às vezes bastava a troca dos nossos olhares para logo a chama se incendiar e colar os nossos corpos um no outro até eu soltar alto o primeiro gemido na sua primeira investida. Eram cada vez mais loucas as suas penetrações fruto da sensibilidade a que o meu cuzinho já dorido se sujeitava. O prazer provocado fazia-me esquecer os conselhos dados e reflectidos. Só depois voltavam as minhas lamentações de tanta intensidade. Muitas das vezes dizia-me a minha amiga depois:
- Não és capaz de ter juízo. Acho que adoras viver nesse estado. Só te costumas queixar depois de muito gozares.
Tal como me tinha pedido, segui o meu amante sem saber para onde me levava. Passámos entre gente que dançava na pista, à frente do bar e pelo corredor que dava acesso aos lavabos. Antes de entrarmos deu as suas indicações.
- Logo que nós entremos, diriges-te para uma das retretes, trancas-te lá dentro e depois só abres a porta quando eu der três toques com o nó dos dedos. – Não disse mais nada e avançámos.
Lá dentro estava apenas um indivíduo em pé junto a um urinol. Havia duas retretes lado a lado e entrei na do lado esquerdo. O meu amante fez menção de disfarçar e dirigiu-se para um dos mictórios. Enquanto me mantinha em pé na retrete à espera do desenvolvimento da história, ouvi pouco tempo depois a água a correr do lavatório, de seguida o secador eléctrico das mãos e pouco tempo depois a porta dos lavabos a abrir e a fechar de novo. Calculei que fosse o tipo que ali tínhamos encontrado quando entrámos. Uns passos calmos avançaram na direcção da minha retrete, pararam junto da porta e fez-se escutar o sinal dos toques combinados. O meu amante entrou para junto de mim e voltou a trancar a porta. Colocou as mãos sobre os meus ombros fazendo um esforço mínimo para eu perceber que ele pretendia que me sentasse sobre o tampo da sanita. Como sempre eu obedecia a todas as suas indicações. Baixou um pouco as suas calças, pegou no seu pénis, apontou-o à minha boca e disse-me baixinho:
- Vá, chupa aí um bocado. – Molhei-o de imediato.
Não demorou muito até que ele estivesse já no máximo da sua pujança até porque, quando baixou as calças, o seu caralho apresentava umas dimensões muito razoáveis. Parecia que ele antes já o tinha começado a preparar para o que aí vinha. Não permitiu que o broche se alongasse por muito mais tempo. Surpreendeu-me porque cheguei a pensar que aquilo que ele pretendia não passaria mesmo de um broche completo no interior daquela retrete. Mandou-me levantar e pediu-me para que eu também baixasse as minhas calças e me virasse de costas para ele. Enquanto tal sussurrei-lhe:
- Queres fazer isso aqui, querido? Daqui a pouco já estamos em casa e mais à vontade. Vamos voltar lá para dentro para o pé da Carla.
Foi a mesma coisa que falar para as paredes. Molhou com a sua própria saliva o caralho apontado às minhas nádegas que foram ligeiramente abertas pelas suas mãos. De imediato iniciou a penetração sem compaixão por uma dor que eu pudesse vir a sentir. Trinquei o meu próprio braço para não gemer alto e evitar assim que, os indivíduos que entretanto foram entrando nos lavabos e até para a própria retrete ao lado, não pudessem ouvir. Apesar das suas constantes investidas ambos conseguimos manter um silêncio total interrompido só às vezes pelo som do esfregar das solas no chão quer dos sapatos dele ou dos meus conforme alguns movimentos mais bruscos daquela foda. Percebi a determinada altura pela sua respiração mais intensa e ofegante que ele não iria conseguir conter o seu orgasmo. De repente retirou totalmente o caralho e fez-me sentir nas bordas do cuzinho o líquido quente que derramava das suas entranhas. O despejar da sua segunda carga foi agora feito dentro de mim. A terceira de novo nas bordas. Ele divertia-se assim. Eu gozava loucamente. O momento parecia não ter fim. O seu orgasmo foi longo como eu nunca sentira antes com ele. O seu esperma era todo espalhado por todas as zonas do meu cuzinho. Foram vezes sem conta àquelas em que pensei tudo ter terminado quando afinal voltava a sentir mais uma introdução lenta da sua parte molhando-me ainda mais. A tesão não me deixou conter as palavras que lhe disse:
- Tanto querido? Pára.
Quando finalmente ele já não teve forças para mais, virei-me de frente e beijamo-nos longamente na boca.
- E agora? Como fazemos? – Perguntei-lhe enquanto puxava as minhas calças para cima e me recompunha.
- É melhor eu sair primeiro. – Desta vez sugeri eu.
Verifiquei que não havia grande movimento no resto dos lavabos, abri a porta da retrete e fui directo ao lavatório lavar as mãos. Entretanto, o meu amante continuava fechado na retrete.
Despachei-me primeiro e fui de imediato ter com a minha amiga Carla. Só me apercebi quando já caminhava na discoteca que não tive o cuidado de limpar pelo menos com papel higiénico o meu rego completamente encharcado pelo leite espalhado do meu amante. Sentia-o escorrer por entre as nádegas invadindo-me inclusive as partes interiores das minhas coxas. Contudo a situação não me incomodava e até mantinha a minha excitação conforme caminhava muito leve e feliz por entre as pessoas.
Sentei-me ao pé da Carla tendo o cuidado de fazer assentar as nádegas quase de lado, de tal forma que a levou logo a pensar que eu trazia o cuzinho mais sentido do que momentos antes de quando saí de ao pé de si seguindo o meu amante.
- Aposto que acabaste de ser comido agora mais uma vez? – Exclamou a Carla.
- Claro, é como vês, este tipo não me dá descanso. Foi mesmo ali em pé no WC e venho todo molhado com a sua esporra. – Confessei logo tudo sem constrangimentos.
Reparei neste entretanto que ele já estava junto do balcão do bar a pedir uma cerveja. Enquanto esperou que fosse atendido, fez-me sinal para eu consultar o meu telemóvel. Fui verificar e deparei-me com uma mensagem enviada por ele segundos antes e que dizia “Logo em casa não te laves. Quero comer-te assim como estás antes de adormecermos. Acordarás amanhã ainda completamente molhado.”
Geralmente as suas “ameaças” concretizavam-se. Esta foi mais uma delas. Dito e feito, em casa voltou a insistir no mesmo e só se pôs a dormir depois de me esporrar de novo com uma foda dada à "canzana" na minha cama.
Sem que ele reparasse e, antes que viesse ter connosco, mostrei a mensagem à minha amiga que exclamou logo que a leu:
- Vocês andam com uma tesão enorme. Aproveitem enquanto dura.
- Oh querida – disse-lhe – Só que eu já não aguento tanto no meu cuzinho.
- Aguentas sim – desprezou ela as minhas queixas. – Daqui a pouco já te estou a ouvir gemer de prazer outra vez quando chegarmos a casa. – Acrescentou.
A Carla não falhou nas suas previsões. Pouco tempo depois estávamos em casa vivendo o mesmo que nas noites anteriores. Eu não conseguia mesmo resistir às tentações daquele homem que eu queria por muito tempo. Um homem verdadeiramente insaciável.
Na manhã seguinte pude finalmente, com um duche longo e agradável, libertar-me do cheiro intenso a sexo e, da pele bastante pegajosa sobretudo entre nádegas, coxas, cara e peito.
Saímos os três para almoçar fora em local agradável, junto ao mar e acerca de quinhentos metros de minha casa o que nos proporcionava dispensar o automóvel. Como a temperatura era amena e o sol mostrava-se sem magoar, fomos de seguida para uma esplanada também ali perto e ainda mais junto às ondas calmas. Prosseguimos com as nossas conversas variadas e bem dispostas. Ficamos por ali a falar durante muito tempo. Também às vezes espaçadamente com silêncios de conjunto, com cada um de nós entregue aos seus pensamentos denotando em todos e, ao mesmo tempo, uma tranquilidade bem-vinda.
Sem que nada o fizesse prever, depois de uns dos tais momentos em que só eram escutados vozes de longe e os sons do mar, a Carla surpreendeu-nos com a sua saída:
- Não tenho nada a ver com o assunto, admiro-vos muito, acho que andam cheios de tusa um do outro, mas permitam-me dizer-vos uma coisa, até porque temos muita confiança entre nós, vocês não andam a exagerar de tanto sexo? Eu sei que parece que nunca é demais mas, no vosso caso, parece-me que ultrapassam os limites. Ou estarei enganada? Pergunto.
Penso que aquela pergunta da nossa amiga tinha a propósito de, perante as minhas queixas físicas que às vezes lhe confessara, avisar sobretudo o meu amante para tanta intensidade sexual que já me quebrara. Dado que eu não era capaz de recusar qualquer uma das solicitações sexuais, a Carla, procurando salvaguardar-me, estrategicamente perante a questão posta desta forma, achava que assim o alertava para a situação e me ajudava.
- Temos-te incomodado não é? Desculpa lá teres que estar a ouvir os nossos sons e gemidos de todos os dias e de todas as noites. – Respondeu-lhe o meu amante.
- Não Alfredo, não tem a nada a ver com isso. Não me incomodam nada, estejam sempre à vontade, eu fico bem e isso não me chateia minimamente. Esses sons dão é para perceber que estão sempre nisso e, por isso digo que, vocês abusam talvez demais do vosso físico. – Mais um diálogo que se desenrolava entre os dois e que me dava prazer estar a escutar em permanente silêncio.
- Pode ser muito mas eu não acho que esteja a ser assim tão exagerado como dizes. Falo por mim e acho que ele pensa da mesma forma. – Disse o meu amante ao mesmo tempo que se viraram para mim. Mantive-me calado e de cabeça baixa. A Carla não esperou que eu esboçasse uma fala.
- Olha que ele às vezes diz-me que se sente “empenado” e que tu não paras. Além disso, pelo que oiço, ele tem gemido cada vez mais e bem alto – Prosseguiu ela.
- Gosto de o ver assim, geme de prazer e isso também a mim me dá muita tesão. – Com estas palavras da parte dele, mais eu baixava a cabeça como que envergonhado. Só não queria ter que falar, a conversa que continuasse entre os dois. Mas ele não ia permitir por muito mais tempo aquela minha passividade e acrescentou:
- Admira-me que ele se queixe a ti porque a mim não me diz nada. Nunca o vi recusar os meus impulsos. – Não é meu querido? Tu nunca me negas e, gostas muito que eu te entese e te coma. Vá, diz lá a verdade. – Exigiu-me delicadamente um parecer. Como não respondi de imediato adoptou uma estratégia ainda mais directa, dizendo:
- Olha Carla, para tu verificares que ele não tem razão de queixa e que, até gosta que as coisas estejam a decorrer assim, verifica a verdade dos factos. – Deixou de olhar para ela e dirigiu-se agora para mim.
- Agora mesmo, gostava que fossemos fazer amor lá para casa. Diz-me a verdade. Recusas este meu pedido? – Fiquei ainda mais embaraçado sem saber o que fazer depois desta pergunta. Claro que não queria recusar mas, também me chateava um pouco que, perante a Carla, afinal eu não soubesse bem o que era aconselhável, dado os costumes queixumes que eu muitas vezes lhe confessara. Acabou ela por me obrigar a falar da forma como se me dirigiu.
- Por mim está à vontade, se te apetecer ir agora com ele não te envergonhes por isso, até porque na nossa amizade já não há espaço para esse tipo de vergonhas. Faz como quiseres. Como a tarde está óptima eu fico aqui na esplanada à espera do vosso regresso. Não se preocupem comigo, se também já não aparecerem, vemo-nos mais logo. Diz lá, como queres decidir? – Calaram-se ambos de seguida não me deixando outro espaço de manobra que não fosse ter finalmente que falar. As minhas palavras foram totalmente esclarecedoras.
- Não, nós daqui a pouco voltamos. Eu e ele vamos até lá a casa e depois aparecemos para irmos dar um passeio de fim de tarde. – Fiquei à espera da próxima reacção à minha proposta.
- Pois, é claro que voltaremos. – Disse o meu amante ao mesmo tempo que se levantava da cadeira como que a indicar que era o momento então de partirmos.
- Vá, até logo meninos, portem-se bem. Eu vou estar por aqui. – Disse a Carla recostando-se à espera que partíssemos. Levantei-me também e, com um leve sorriso comprometedor, despedi-me dela.
- Até logo querida. Virei-me depois para ele e acrescentei:
- Vamos então amor?
- Vamos. Até logo Carla. – Disse ele por último antes dela se despedir de nós.
- Não se preocupem meninos. Ide lá. Até logo – Partimos.
O passo do meu companheiro era acelerado. Manteve-se calado praticamente todo o caminho. Suspeito que no seu pensamento apenas pairava a ideia do propósito que nos levava a casa naquela tarde. A sua fogosidade para o acto que se adivinhava era desde já indisfarçável. Eu não me enganaria nas minhas expectativas. Por um lado a situação excitava-me mas, por outro era aconselhável, depois de tanta acção vivida naqueles dias, que eu conseguisse amansar um pouco a “fera”. Não fui capaz. Nas duas horas seguintes a termos entrado em casa, o meu amante não me deu descanso e eu também não consegui resistir-lhe. Começamos por partir o jarrão de flores que estava sobre a toalha da mesa da sala de jantar, quando logo no início me obrigou a debruçar o peito e a barriga em cima da mesa ficando de pé com o rabo espetado pelo nível de altura da mesma. O desarranjo foi total. As minhas mãos e o meu corpo foram arrastando descontroladamente a toalha aos poucos, as minhas chinelas entretanto saltaram-me dos pés e tudo durou até ouvirmos o som de vidro a estoirar no chão acabando por nos assustar sem nos termos apercebido de imediato o que se passara tal era a absorção de tudo aquilo. A Interrupção seria por pouco tempo. Nem sequer dera para arrumar os estilhaços, a tarefa só aconteceria muito mais tarde com a ajuda da minha amiga Carla, enquanto o meu “guerreiro” descansaria no sofá da sala olhando para a televisão ao mesmo tempo que saboreava um refresco de laranja. Praticamente toda a casa sofrera uma desarrumação anárquica. A colcha da cama fora deitada para o chão do quarto, os lençóis soltaram-se deixando à mostra partes do colchão, algumas peças de roupa, que nos tinha servido durante o dia mas que já não voltaríamos a usar, ficaram espalhadas pelo corredor. As toalhas de banho estavam ainda deitadas no chão molhadas em consequência da água que saltara para fora da banheira. Até a minha palmatória de couro ficara em cima da carpete da sala de estar. Não sou capaz de perceber porque deixei a casa naquele estado quando fomos de novo ter com a nossa amiga. Se calhar no nosso subconsciente havia a intenção de permitir à Carla verificar, uma vez mais, que por enquanto a nossa paixão e tesão estavam ainda fora de controlo.
Anos mais tarde quando recordava com a minha amiga de sempre este romance tão aceso, ela não era capaz de entender como foi possível o Alfredo ter-se casado, com uma mulher de que nunca suspeitara de nada e que entretanto, a conhecera ainda durante a nossa paixão. Eu e a Carla fomos convidados especiais desse casamento. Mantemos hoje em dia uma forte amizade mas custa-me ter que aceitar o fim de uma história que nunca deveria terminar. Esta história terminou. Nada a fazer.
- Não Alfredo, não tem a nada a ver com isso. Não me incomodam nada, estejam sempre à vontade, eu fico bem e isso não me chateia minimamente. Esses sons dão é para perceber que estão sempre nisso e, por isso digo que, vocês abusam talvez demais do vosso físico. – Mais um diálogo que se desenrolava entre os dois e que me dava prazer estar a escutar em permanente silêncio.
- Pode ser muito mas eu não acho que esteja a ser assim tão exagerado como dizes. Falo por mim e acho que ele pensa da mesma forma. – Disse o meu amante ao mesmo tempo que se viraram para mim. Mantive-me calado e de cabeça baixa. A Carla não esperou que eu esboçasse uma fala.
- Olha que ele às vezes diz-me que se sente “empenado” e que tu não paras. Além disso, pelo que oiço, ele tem gemido cada vez mais e bem alto – Prosseguiu ela.
- Gosto de o ver assim, geme de prazer e isso também a mim me dá muita tesão. – Com estas palavras da parte dele, mais eu baixava a cabeça como que envergonhado. Só não queria ter que falar, a conversa que continuasse entre os dois. Mas ele não ia permitir por muito mais tempo aquela minha passividade e acrescentou:
- Admira-me que ele se queixe a ti porque a mim não me diz nada. Nunca o vi recusar os meus impulsos. – Não é meu querido? Tu nunca me negas e, gostas muito que eu te entese e te coma. Vá, diz lá a verdade. – Exigiu-me delicadamente um parecer. Como não respondi de imediato adoptou uma estratégia ainda mais directa, dizendo:
- Olha Carla, para tu verificares que ele não tem razão de queixa e que, até gosta que as coisas estejam a decorrer assim, verifica a verdade dos factos. – Deixou de olhar para ela e dirigiu-se agora para mim.
- Agora mesmo, gostava que fossemos fazer amor lá para casa. Diz-me a verdade. Recusas este meu pedido? – Fiquei ainda mais embaraçado sem saber o que fazer depois desta pergunta. Claro que não queria recusar mas, também me chateava um pouco que, perante a Carla, afinal eu não soubesse bem o que era aconselhável, dado os costumes queixumes que eu muitas vezes lhe confessara. Acabou ela por me obrigar a falar da forma como se me dirigiu.
- Por mim está à vontade, se te apetecer ir agora com ele não te envergonhes por isso, até porque na nossa amizade já não há espaço para esse tipo de vergonhas. Faz como quiseres. Como a tarde está óptima eu fico aqui na esplanada à espera do vosso regresso. Não se preocupem comigo, se também já não aparecerem, vemo-nos mais logo. Diz lá, como queres decidir? – Calaram-se ambos de seguida não me deixando outro espaço de manobra que não fosse ter finalmente que falar. As minhas palavras foram totalmente esclarecedoras.
- Não, nós daqui a pouco voltamos. Eu e ele vamos até lá a casa e depois aparecemos para irmos dar um passeio de fim de tarde. – Fiquei à espera da próxima reacção à minha proposta.
- Pois, é claro que voltaremos. – Disse o meu amante ao mesmo tempo que se levantava da cadeira como que a indicar que era o momento então de partirmos.
- Vá, até logo meninos, portem-se bem. Eu vou estar por aqui. – Disse a Carla recostando-se à espera que partíssemos. Levantei-me também e, com um leve sorriso comprometedor, despedi-me dela.
- Até logo querida. Virei-me depois para ele e acrescentei:
- Vamos então amor?
- Vamos. Até logo Carla. – Disse ele por último antes dela se despedir de nós.
- Não se preocupem meninos. Ide lá. Até logo – Partimos.
O passo do meu companheiro era acelerado. Manteve-se calado praticamente todo o caminho. Suspeito que no seu pensamento apenas pairava a ideia do propósito que nos levava a casa naquela tarde. A sua fogosidade para o acto que se adivinhava era desde já indisfarçável. Eu não me enganaria nas minhas expectativas. Por um lado a situação excitava-me mas, por outro era aconselhável, depois de tanta acção vivida naqueles dias, que eu conseguisse amansar um pouco a “fera”. Não fui capaz. Nas duas horas seguintes a termos entrado em casa, o meu amante não me deu descanso e eu também não consegui resistir-lhe. Começamos por partir o jarrão de flores que estava sobre a toalha da mesa da sala de jantar, quando logo no início me obrigou a debruçar o peito e a barriga em cima da mesa ficando de pé com o rabo espetado pelo nível de altura da mesma. O desarranjo foi total. As minhas mãos e o meu corpo foram arrastando descontroladamente a toalha aos poucos, as minhas chinelas entretanto saltaram-me dos pés e tudo durou até ouvirmos o som de vidro a estoirar no chão acabando por nos assustar sem nos termos apercebido de imediato o que se passara tal era a absorção de tudo aquilo. A Interrupção seria por pouco tempo. Nem sequer dera para arrumar os estilhaços, a tarefa só aconteceria muito mais tarde com a ajuda da minha amiga Carla, enquanto o meu “guerreiro” descansaria no sofá da sala olhando para a televisão ao mesmo tempo que saboreava um refresco de laranja. Praticamente toda a casa sofrera uma desarrumação anárquica. A colcha da cama fora deitada para o chão do quarto, os lençóis soltaram-se deixando à mostra partes do colchão, algumas peças de roupa, que nos tinha servido durante o dia mas que já não voltaríamos a usar, ficaram espalhadas pelo corredor. As toalhas de banho estavam ainda deitadas no chão molhadas em consequência da água que saltara para fora da banheira. Até a minha palmatória de couro ficara em cima da carpete da sala de estar. Não sou capaz de perceber porque deixei a casa naquele estado quando fomos de novo ter com a nossa amiga. Se calhar no nosso subconsciente havia a intenção de permitir à Carla verificar, uma vez mais, que por enquanto a nossa paixão e tesão estavam ainda fora de controlo.
Anos mais tarde quando recordava com a minha amiga de sempre este romance tão aceso, ela não era capaz de entender como foi possível o Alfredo ter-se casado, com uma mulher de que nunca suspeitara de nada e que entretanto, a conhecera ainda durante a nossa paixão. Eu e a Carla fomos convidados especiais desse casamento. Mantemos hoje em dia uma forte amizade mas custa-me ter que aceitar o fim de uma história que nunca deveria terminar. Esta história terminou. Nada a fazer.
(Escrito entre 13 e 29 de Abril de 2009)
Sem comentários:
Enviar um comentário