quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

ONDE PÁRA AQUELE DJ?

Conforme a idade avança sentimos o corpo quebrar. Se ainda apreciamos certos momentos da vida ainda não queremos que tudo acabe. Preocupamo-nos então em certos cuidados. Precisamos exercitar o físico fazendo algum esforço que não deixe acentuar tanto a preguiça. Necessitamos ainda de um corpo activo para viver os maiores prazeres da vida, a nossa sexualidade. Os gays sabem muito disso. As suas relações são tão intensas que os obriga a pensar assim. Mais cedo ou mais tarde ainda procuram fugir do fim. Os ginásios recebem-nos. Claro que não são um exclusivo deles. Ali cada um está na sua.
Não gosto de praticar exercícios muito forçosos mas aprecio aqueles que nos conseguem transmitir alguma prazer também, natação, bicicleta no exterior e aí também porque não umas calmas partidas de ténis. Os pesos cansam-me. Mas como aquilo que gosto de fazer na cama obriga-me a estar minimamente bem preparado, alguma coisa pelo menos tenho que fazer. Decidi inscrever-me num bom ginásio para nadar e assim pelo menos manter-me numa certa forma física de que ainda necessito.
Sendo quem sou não me coíbo de observar os corpos que se vestem ora se despem quando entro e estou nos balneários. A maioria não é atractiva. Também procuro ser discreto e lá vou olhando de relance enquanto me preparo. Apenas por duas vezes o meu olhar se fixou com interesse mais demoradamente. Um dia quando ao transpor uma porta dei de caras com um tipo completamente nu que também me olhou e que me fez desviar a vista para baixo ao mesmo tempo que observei o seu pénis que apesar de estar em descanso aparentava ter boas proporções. Creio que da parte dele só havia curiosidade em observar quem chega e que lhe aparece de repente pela frente. Talvez só eu teria outro tipo de interesse no olhar. Foi tudo muito rápido e mais nada se passou. Um outro momento marcou-me mais acentuadamente e que me faz viver algumas fantasias. Aquele negro não me sai da cabeça.

Estava um dia já vestido para sair dos balneários, quando ao caminhar pelo corredor onde se encontrava o meu cacifo e 3 ou 4 homens se preparavam, quando de cabeça baixa reparei num corpo negro. Fiquei intrigado até hoje pelo seu estado físico. Encontrava-se naquela altura completamente nu e o caralho estava ligeiramente excitado. Via-se que era avantajado e que na sua tesão máxima deveria ser enorme. Pareceu-me um tipo ainda novo e com bom corpo. Foi-me muito atractivo. Passei discreto perto dele sem dar nas vistas e saí. Cá fora ia entusiasmadíssimo com a visão que acabara de ter e a pensar naquilo. Não consigo esquecer aquele momento que, se as coisas tivessem que correr pelo lado que mais me convinha, me teria proporcionado no futuro momentos fantásticos. O meu raciocínio questionava-me.
-“O tipo não estava assim porque gostava de dar nas vistas e mostrar as suas potencialidades a um apreciador que por ali aparecesse?”-
Fiquei com dúvidas. Claro que gostaria de acreditar na minha ideia. Iria proximamente estar atento na esperança de o voltar a ver ali e dessa vez tentaria observar melhor e, até talvez, provocar uma situação conforme o desenrolar das coisas. Caso voltasse a acontecer de novo cena semelhante, gostaria que quando eu ali chegasse fosse surpreendido pela sua segunda aparição. Procuraria um cacifo perto dele, verificava o estado do seu pénis, despir-me-ia perto dele e à sua frente, tentando manter-me de costas para ele exibia-lhe agora as minhas nádegas. Momentos depois voltaria a olhar o seu pénis e se reparasse que tinha aumentado de volume, ou mesmo que ele o acariciava discretamente com a mão olhando-me nos olhos, não hesitaria em mostrar-lhe, também olhando-lhe nos olhos, o meu agrado e minha disponibilidade para, entre os dois, aprofundar o nosso conhecimento. Já nos havíamos denunciado agora era só procurar seguir em frente. A minha imaginação começou por criar o cenário ideal.

Um dia saímos juntos e cá fora combinámos um encontro a sós numa próxima oportunidade. Dadas as minhas restrições serem maiores que as dele, seria eu quem encetaria um contacto telefonicamente. Escusado será dizer que procurei organizar-me para que isso viesse a acontecer logo na tarde do dia seguinte. Era também o melhor período do dia também para ele, já que à noite ele estava ocupado em dar musica aos clientes de uma discoteca até às tantas de manhã com excepção de um único dia da semana. Mais para o meio da tarde ele tinha os dias mais livres dado que naturalmente dormia de manhã até bastante tarde. Para mim era extramamente difícil conseguir escapar-me uma noite para ir vê-lo trabalhar, esperar pelo final do seu serviço muito de madrugada e de seguida ir deitar-me com ele. Para o fazer tinha que preparar muito bem essa situação para concretizar um momento e umas noites assim. Mas para já começaríamos da forma mais simples. No futuro logo se veria se valeria a pena encetar outros planos que viessem a proporcionar as minhas pernoitas na sua companhia.
Ele vivia sozinho. Convidou-me para ir então ao seu apartamento na tarde daquele dia quente em que lhe liguei.

Conversámos circunstancialmente sentados no sofá da sala enquanto sentíamos o sol a aquecer o soalho do terraço graças à porta que se mantinha aberta e que ligava os dois compartimentos. Queixou-se do calor, levantou-se, despiu a t-shirt e as calças e deixou só ficar os slipes. Repentinamente disse-me:
- Está óptimo para um banho de mangueira ali fora no terraço. Despe-te também e anda.
Um pouco nervosamente lá me despi também. Caminhámos juntos para o terraço. A claridade quase que nos cegava. Soprava um bafo quente. Pegou na mangueira, abriu a água, deixou-a escorrer para cima das suas mãos e dos seus pés e disse-me para me despir totalmente para que me pudesse dar banho. Um pouco envergonhadamente tirei o fio dental ficando completamente nu à sua frente. Começou por me molhar os pés para me habituar à temperatura, foi aos poucos apontando a mangueira para cima até me obrigar a reagir um pouco histericamente quando me molhou o ventre. Foi quando me virei de costas para me proteger dos jactos de água que ele continuava a lançar-me. A situação e aquela frescura agradavam-me. Agora os meus trejeitos denunciavam já as minhas fraquezas, começava a oferecer-lhe o meu corpo. Molhou-me totalmente enquanto eu me esticava todo em bicos de pés e soltava uis de excitação. Colocou a mangueira no chão e entrou em casa rapidamente voltando sem demora com um frasco de gel de banho que me entregou para que eu me ensaboasse enquanto ele continuaria a banhar-me. Fui esfregando a espuma. Quando passei as mãos pelas nádegas procurei manter-me de costas para ele. Esfreguei-me aí mais demoradamente e provocadoramente.
Pediu-me para que eu me ajoelhasse. Largou de novo a mangueira, tirou o slipe que ainda mantinha vestido, aproximou-se de mim segurando o seu caralho já quase totalmente excitado, e surpreendeu-me quando começou a urinar abundantemente para cima de mim. Senti o seu quente escorrer na minha cara e no peito. Mantínhamo-nos silenciosos. Quando terminou voltou a banhar-me enquanto eu me ensaboava de novo. Continuava de joelhos mas agora ele colocava-se atrás de mim. Mandou-me inclinar mais o corpo para a frente o que fiz de imediato apoiando-me com as mãos no chão. Abri mais as pernas e senti que o jacto de água insistia em estar apontado ao meu cuzinho que aos poucos se ia abrindo e oferecendo. Voltou a interromper o banho para me dizer que ia buscar uma toalha e eu me pudesse secar. Fiquei surpreendido pela sua atitude porque cheguei a pensar que ele se preparava para me enrabar ali mesmo. Quando voltou entregou-me a toalha e banhou-se a ele próprio. De seguida embrulhou-se também numa outra toalha e convidou-me a acompanhá-lo até ao quarto.
Foi categórico na sua provocação. Deitou-se de costas, com a sua mão direita manipulou o seu caralho e ordenou:
- Anda cá e mama aqui. - Cumpri de imediato as suas ordens.
Comecei por acarinhar o seu pénis esfregando suavemente nele a minha cara, de seguida abri ligeiramente os meus lábios permitindo assim que a cabeça do seu caralho conseguisse entrar-me pela boca até que não demorou para que o abocanhasse totalmente e o chupasse sofregamente durante bastante tempo. Quando me engasgava, tal a profundidade da penetração ou, quando os meus maxilares se ressentiam devido à sua enormidade, limitava-me a descansar lambendo apenas os seus colhões para de seguida voltar a brochá-lo. Ele gemia ligeiramente e voltou a falar:
- Vá paneleiro, chupa isso até ao fim. Fica descansado que depois arranjo de novo forças para te rebentar com essa peida. - As suas palavras excitaram-me ainda mais.
A minha saliva era cada vez mais abundante, o seu pau estava cada vez mais duro e também eu gozava com todo aquele sabor graças a um dos mais belos caralhos que tive o prazer de brochar. Sentia pelos seus esgares e movimentos do seu corpo que o momento estava próximo. As suas primeiras gotas humedeciam-me ainda mais a boca cheia até que de repente ela se encheu de esporra. Não parei até sentir que ele não tinha mais para dar. Restou-me depois soltar-me deitando-me ao seu lado enquanto engoli tudo aquilo. As suas palavras eram agora mais meigas. Agradeceu-me aquela mamada fazendo manifestar as minhas impressões daquele momento:
- Adorei este broche – disse-lhe.
Estava longe de imaginar que aquele broche me tinha poupado um pouco de uma tarde fisicamente ainda mais esgotante pois se tal não tivesse acontecido certamente que o meu cuzinho não iria aguentar a fogosidade deste negro. Ele foi arrasador. Fez do meu corpo um autêntico farrapo. Não houve posição em que não fodêssemos, as suas investidas eram profundas e muitas das vezes violentas, em alguns momentos tínhamos que parar a meu pedido mas, não tardava para que ele voltasse à carga sem qualquer compaixão. Por três vezes se esporrou dentro do meu cuzinho, gastámos mais de metade de um frasco de lubrificante e fui suportando tudo aquilo porque entre tanta foda chupava-o de novo de forma a dar descanso ao meu cu massacrado por tanto caralho.
A conclusão que podia tirar era a de que o ginásio possibilitava tudo isto, a nossa resistência física. Não fossem os habituais exercícios certamente que os nossos corpos não aguentariam tamanha maratona.
De resto não sei se a imaginação de toda esta cena não estará demasiadamente exagerada e se a mesma seria possível na realidade. Tenho meditado muito nela. Já se passaram vários meses mas, aquele negro que, vi pela primeira vez no meu ginásio e que me desinquietou os pensamentos, nunca mais apareceu. Continuo a nadar, pode ser que um dia consiga descobrir por ali um “peixe” tão tentador assim.

(Escrito entre 10 de Outubro de 2009 e Janeiro de 2010)


4 comentários:

André disse...

Olá, obrigado pela tua visita e por me avisares do teu setimo conto. Li-o atentamente assim como li outros e adorei mesmo. Como eu tbm tenho alguns no meu blog e como tenho estado a escrever outros, é sempre bom ler e confrontar os nossos com os dos outros. Gostei bastante...volta sempre
Abraços e o que mais quiseres do
André...lol

André disse...

Olá...mais uma vez agradeço a visita e o comentário e espero continuar deliciar-me com a leitura desses contos que...bem...por vezes fico mesmo...enfim...nem vou dizer nada...ehehehehe
Aproveito para apresentar-te o meu mais recente blog. Eu ja te adicionei lá, se quiseres fazer o mesmo, eu agradeço
Um abraço
André

http://divineperfect.blogspot.com

Miguel disse...

Olá Seven

Uma vez mais, parabéns. Escreves MUITO bem !

Quanto ao fascínio por negros, compreendo-o bem. A negritude do corpo realça a sugestão de masculinidade, de força viril, reforça o tesão.

E aqueles caralhos grandes... ;)

Anónimo disse...

Nice